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Ressurge – O Cavaleiro das Trevas

Talvez eu seja suspeita para falar, pois é o meu super herói favorito, mas, alguns amigos não me deixam mentir: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, ficou sensacional.

Como fã do Batman, fico triste, por ser o último, porém, ao mesmo tempo, fico muito feliz, Christopher Nolan fechou com “chave de ouro”, deixou o gosto de quero mais, mas com a sensação de que acabou. Parece que desde o primeiro, ele planejava esse fim. Os filmes se encaixam perfeitamente, apesar de um não depender do outro para ser entendido. Também não tem como assistir somente um, a vontade de saber mais, de ver mais, é muito forte, nessa trilogia.

Claro que não posso deixar de destacar o roteiro, muito bem elaborado e muito bem pensado. Ilustra, perfeitamente o que a sociedade brasileira, que se tornou ou em que está se tornando. Vivemos em função da mídia, vemos e acreditamos no que ela nos mostra, acompanhamos e torcemos por pessoas que não nos acrescentam nada, recriminamos atos, as vezes revolucionários, julgamos quem não devemos, ou seja, vivemos uma realidade plantada, assim como Gotan. Idolatram um herói morto, que na verdade foi quem destruiu a cidade e jogam pedras, em que salvou a cidade. Policiais, que não conseguem enxergar a realidade, por medo do sistema implantado. As pessoas que sabem e veem a verdade, não tem coragem de contar, com medo de ser brutalmente apedrejado pela sociedade, que diz ser justa. O companheiro de todas as horas, o mordomo Alfred (Michael Caine), não aguenta a pressão e vai embora. É triste, quando paro para pensar que o Gotan é o retrato da sociedade em que vivo. Há muitas pessoas que abandonam o barco, para não correr riscos e deixa a sociedade a mercê de quem a está destruindo. Acredito que teremos um herói, mas provavelmente não iremos reconhecê-lo, porque sistema é muito maior do que conseguimos imaginar. 

Exageros? A meu ver, não, ao contrário do que as pessoas comentaram. O Batman é um super herói que não tem poderes sobrenaturais, qualquer movimento que ele faça, que nós meros mortais, não possamos fazer, parece exagerado. Em determinadas cenas, talvez ele não conseguisse fazer o que faz, mas vamos ser realistas, ele é um herói, tem seus méritos, é esperto, inteligente, estrategista, além de ser encantadoramente misterioso. Nesse filme Christopher deixa claro, que o Batman é de carne e osso, mas nem por isso deixa de ser super héroi. Decorrente do desfecho do último filme, o Batman passa a andar com apoio de uma bengala. Com muito força de vontade e novamente com medo de ver a cidade de Gotan destruída, ele volta a ser o super herói que conhecemos.

Falar de Christian Bale é cair na mesmice, Bruce Wayne e Batman novamente muito bem representado, como sempre, soube mostrar a dupla personalidade do personagem, executivo e herói. Selina Kyle interpretada por Anne Hathaway, mostrou uma mulher gato que não estamos acostumados. Além de ágil, a mulher gato é muito sensual e isso Anne não mostrou, talvés tenha sido proposital. Certamente muitos não gostaram desse perfil, mas como sempre espero algo novo nos filmes, me agradou . Essa falta de sensualidade, não dividiu atenção, deixou o foco no Batman. O vilão, esse fez o Batam sofrer, mais dos que os outros. O fez, novamente, enfrentar os medos que ele nem sabia que tinha.  Espera mais de Bane (Tom Hardy), queria que ele fosse mais assustador, não que tenha deixado a desejar, mas tinha espaço para ser mais.

Batman vem com muita ação e aventura, além de trazer um pouco mais sobre o passado de Bruce, sobre sua origem. Os confrontos foram muito bem montados, cada um em seu momento, junto a efeitos não tão especiais, característicos de Nolan, mas que tem seus prestígios e não perdem para os mais avançados. Nolan não é muito a favor de efeitos criados por computador, com isso os efeitos não são inovadores e surpreendentes como das produções atuais, mas ficou simplesmente o perfil do Batman, estratégico e funcional.

Definitivamente não teria como ser melhor o desfecho da trilogia. Ele deixa espaço para produções posteriores, mas que serão desnecessárias, caso venham a ser produzidas.

Divirta-se!!

A Branca de Neve e o Caçador

Já não se fazem contos de fadas como antigamente. Estamos acostumados com so contos clássicos e quando vemos uma proposta diferente, logo estranhamos. Crescemos acreditando em príncipe encantado e que seremos felizes para sempre. Não que a história tenha sido ruim, pelo contrário, gosto mais dessa versão do que o clássico “Branca de Neve e os Sete anões”. Talves seja porque eu cresci, tenho outras visões de como funciona a vida. “A Branca de Neve e o Caçador” deixou a inocência, o colorido e o conto de fada, de lado, definitivamente esse filme não foi feito para crianças.

Uma das coisas que me encantou foi o figurino, principalmente o da Ravenna, um bom gosto incomparável, com uma pitada de sensualidade, as roupas valorizaram sua beleza e desenharam perfeitamente sua personalidade. Considero que o que salvou o filme foi a  interpretação de Charlize Theron, que conseguiu ser, uma feiticeira egocêntrica,  extremamente fria e calculista, preocupada em viver eternamente bela. Ravena chamou muito mais atenção do que a Branca que Neve, interpretada por Kristen Stewart, que para mim, é uma péssima atriz. Em todos os filmes que vi, ela tem a mesma expressão.

Aconteceu nesse filme, o mesmo que aconteceu em “Alice no País das Maravilhas”, roteiro bom, fotografia muito atraente, figurino muito bem desenhado e o personagem  principal, deixou a desejar, por causa da escolha das atrizes. Infelizmente a interpretação dos atores é imprescindível para que o filme seja bom. Uma personagem guerreira tem que ser marcante, mostrar firmeza no olhar, vontade de vencer, para conquistar os telespectadores pela sua personalidade e torcer para que ela vença. Kristen não conseguiu passar nem a doçura e muito menos a vontade de vencer de Branca de neve, assim proposta pela história criada por Evan Daugherty, John Lee Hancock e Hossein Amini.

Uma observação importante, a Branca de Neves, deixou a desejar também na beleza física. Na história, ela possui uma beleza encantadora, é considerada a moça mais linda do reino, nesse filme a beleza das duas é incomparável. É até injusto ouvir o espelho falar que existe uma moça mais bonita no reino, do que a rainha.

O filme não foi de tudo ruim. O elenco, salve uma excessão, foi muito bem escolhido. Além de Charlize Theron, Chis Hemsworth, deixa sua marca. Com a cara e a personalidade de um caçador cínico, bêbado e solitário. Chris conseguiu, finalmente, mostrar que não é só um rostinho bonito, sabe interpretar e muito bem, conseguiu mostrar o que o “Thor” não deixou. 

O filme que tem uma boa história, não pode ser nostálgico, e esse ficou muito cansativo, principalmente quando a Branca de Neve deveria tomar conta da cena. É claro que o roteiro tem algumas falhas, algumas cenas infundadas, como por exemplo a Branca de Neve parar um monstro só com o olhar ou ela encontrar um cavalo branco à sua espera para fugir, mas tentar explicar,  iria deixar o filme mais cansativo do que ficou, e talvez nem adiantaria, é contraditório, mas sem elas também terminadas situações iriam ficar sem lógica.

O Cenário ficou muito bem elaborado. Confesso que fiquei tão vidrada nas belas imagens que não consegui prestar atenção na trilha sonora. Acho que a Floresta das Sombras nunca foi tão sombria e envolvente, a direção de arte foi perfeita.

E tem surpresas… Os anões não são bonzinhos como parece, eles são ladrões, desde que o rei morreu, as minas deixaram de dar ouro, as árvores pararam de dar frutos, portanto eles não tiveram escolha, roubam para sobreviver, mas tem bom coração.

Considero que o erro foi a direção tentar justificar a quanto encantadora é a Branca de   Neve, mas esqueceram que ela deixou de ter essa característica nesse enredo, passou a ser guerreira, um pouco revoltada, por ter passado anos presa, ela busca por vingança, não pelo príncipe encantado, até porque ela vive um triângulo amoroso,   o príncipe não é quem parece ser(não me esqueci dele, só que se eu contar, perde a graça), não vive feliz para sempre, como os clássicos mostram.

Apesar de ficar devendo e muito em várias partes do filme, é uma boa experiência assistir. A “Branca de Neve e o caçador” vai virar uma franquia, teremos novas aventuras, assistir esse vai ajudar a ver a evolução de um para o outro.

Bom filme!!

Os Vingadores

Há muito tempo não passo por aqui. Até bateu saudades. Para compensar tantos meses sem dar notícias, vou falar de um filme que está no seu momento. “Os vingadores”.

Finalmente consegui entender o motivo de produções fracas, como “Capitão América”, “O incrível Hulk” e “Thor”,  no projeto, a Marvel  errou em 3 e surpreendeu em 1.

Vamos por partes. Para chegar aos Vingadores vou comentar, um pouco sobre os seus Super Heróis, mas serei breve, lembrando que vou me referir aos roteiros, porque no geral, a fotografia de todos os filmes ficou muito boa e as trilhas sonoras foram muito bem escolhidas, mas, como já comentei em outro post, nem só de efeitos vivem os longas.

O Hulk, um Super Herói sem graça, que não tem a beleza do Thor, nem vontade para salvar o país, como o Capitão América, muito menos é excêntrico como o Homem de Ferro. É grosso, pelo menos enquanto fera, para mim o erro da produção foi deixar que alguém nada atraente, conduzir todo filme, deixaram o filme nostálgico como o personagem, entendo que ele é o principal, mas havia mil formas de deixar o filme mais interessante.

…mas também, nem só de beleza vive um filme, o Capitão América é lindo, forte, inteligente e estrategista, mesmo com esses predicados, o super herói deixou muito a desejar, suas aventuras nos quadrinhos são muito mais excitantes, a transformação é incalculavelmente mais interessante, do que foi mostrado. Sei que não podemos compara, mas pelo menos a transformação poderia ser identica. Com isso as expectativas para “Os Vingadores” foi só aumentando.

Considero de todos, Thor, a prior produção, para mim a justificativa do filme, foi apensas para trazer o Loki, que é o motivo da reunião dos Super Heróis. Tudo bem que ele é um Deus, mas o filme ficou muito sem graça, sem aventura, sem “quebrar o pau”, como ouvi dizer.

Ah, o Homem de Ferro, parece que nem fazia parte do projeto, os filmes ficaram ótimos, desde a produção visual a trilha sonora. Sem contar a brilhante escolha do ator Robert Downey Jr, que vamos combinar se encaixou perfeitamente no papel. Isso justifica duas mega produções para ele.

Os filmes da Viúva Negra e do Arqueiro Verde não foram produzidos, mas eles apareceram, sem destaque, nos outros filmes.

Juntando tudo isso, finalmente chegamos…. “Os Vingadores”

O que esperar de um filme de Super Heróis que não tem poder?? Para quem está acostumado com “A Ligada da Justiça” e “X-men”, vai conhecer um novo jeito de  ver Super Heróis. Claro que com multantes, com extraterrestres e com aberrações, o roteiro tem liberdade para ser mais ousado, mas cá entre nós, esse filme não precisou viajar demais.

Confesso que pensei que isso seria um problema, mas não, ajudou e muito. Consegui ver um filme de aventura, muito humor, muita ação, sem sentir falta do romance. Hulk ganhou forma e estilo, se tornou o herói principal, de forma merecida, mesmo com seu jeito rústico, bruto e sistemático. Junto com o Tony, deram muito graça ao filme. Em se tratando de beleza, ficamos muito bem servidos com o Capitão América, o Thor e a Viúva Negra e claro a perspicácia do Arqueiro Verde.

O filme reuniu o que há de melhor em aventura. As ações acontecem em tempo integral, em momento algum fiquei com a sensação de vazio, como se estivesse faltando algo, o que alguns filmes me trazem. Joss Whedon, mais uma vez fez uma excelente direção. 

Os efeitos especiais foram muito bem explorados, nada em excesso. A trilha sonora foi detalhadamente escolhida para cada cena, para casa movimento. Causa uma sensação muito interessante, apensar ouvir os sons, dá até para imaginar direitinho as cenas.

As fotografias, nem preciso comentar muito, dá gosto ver tantos detalhes, imagens muito boas, cor, brilho, contrastes, tudo em seu deivido lugar. É o exemplo do que queremos ver em produções desse estilo. Mais um que vai ficar na memória, espero que os próximos me surpreendam assim também. Para quem não assistiu ainda, uma ótima seção de cinema, divirta-se, aproveite, o filme merece sua atenção. E para quem já viu, assista de novo, merece ser visto outras vezes.

Ai vai um pedacinho…

“As Crônicas de Nárnia – A Viagem do Peregrino da Alvorada”

Não só de efeitos especiais vivem os filmes, isso é fato. A história é ainda sem sombra de dúvidas o que tira as pessoas de suas casas para ir ao cinema e ou alugar um filme na locadora. Andam esquecendo que só os efeitos em 3D não fazem os filmes ficarem bons. Os fãs e curiosos da série ficaram um pouco decepcionados com o que viram. Tiveram pessoas que gostaram? Com certeza! Eu estaria sendo injusta dizendo que o filme foi péssimo, não foi tão terrível assim, só não superou minhas expectativas. O que aconteceu foi um erro, e infelizmente o mais grave, Michael Petroni pecou e muito com o roteiro desse filme. Ok, todo mundo comete erros, mas vamos combinar que, um roteiro mal feito acaba com o qualquer produção e cá entre nós pode ter comprometido futuras produções da saga.

O roteiro ruim trouxe efeitos especiais ultrapassados, mas bem oportuno para a ocasião, a fotografia do filme não poderia ter ficado boa mesmo diante da falhas nos setores que são as principais causas de uma produção magnífica.

Não há como negar que o primeiro filme foi um espetáculo, desde os cenários que te faziam querer estar lá dentro, à atuação do elenco que te fazia sentir-se personagem, sentindo as emoções e sensações. Mas na Viagem do Peregrino da Alvorada, nem sei explicar, ficou muito estranho.

 O assunto principal, que seria os sete pecados, poderia ter sido brilhamente explorado e se tornado o melhor filme da série se tivesse sido copiado ao máximo o livro que inspirou a série, querer causar demais pode atrapalhar. No final fiquei sem saber o real motivo da presença de Eustáquio o primo insuportável dos irmãos Lúcia  e Edmundo, só para encher o saco dos primos não foi, eu espero.

Talvez esse filme até merecesse um desconto caso fosse a primeira produção, pois estaria ainda em processo de experiência e tal… Compreensivo. Mas é o terceiro, em meias palavras é inadmissível que isso aconteça. A quem justifique que a história é complexa, poucos entendem… tudo bem, mas filme é caracterizado como gênero infantil, deve ser de fácil entendimento, ao contrario do que dizem, roteiro que poucos entendem não é justificativa de uma produção ruim é uma afirmação de que não chegaram onde planejaram.

È claro que tanta exigência vem depois de assistir produções como Harry Potter, Piratas do Caribe, que vamos combinar foram ótimas e vêem melhorando cada vez mais. Não vou negar, caso venham produzir mais um filme da série, vou assistir, mas verei com outros olhos e certamente não ficarei esperando algo que me empolgue tanto quanto os outros.

HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE

Falar que a produção é magnífica, que os atores são bons, a fotográfica esplendida, direção mega bem feita, roteiro impactante… é cair na mesmice, é falar o que já foi dito milhares de vezes, mas… É a pura verdade.

Não tem como fugir desses comentários ao falar sobre o Harry Potter e as relíquias da morte.

Recheado de efeitos cada vez mais inovadores, Harry Potter e as relíquias da morte – parte 1 vem para mexer com o psicológico de se seus fãs e os não muito chegados também. No final, como sempre o gostinho de quero mais, mas dessa vez vem junto com a expectativa de uma produção com muitas surpresas e muito mais inovadora na segunda parte, o que com certeza não deixará a desejar.

Quem espera muita ação certamente ficou ou ficará um pouco decepcionado. Considero esse filme a busca dos personagens por um final excepcional. Mesmo sem muita ação David Yates diretor e Steve Kloves o roteirista não deixaram os telespectadores desapontados. A história é atraente e envolvente. Uma aventura que envolve romance,  entre Harry e a Gina Weasley rola até um beijo. A relação conturbada entre Hermione e Ron toma outras proporções o ciúme paira no ar e a preocupação entre os dois, deixa de ser de simples amigos. Personagens que vinham aparecendo em algum dos filmes voltaram, personagens que apareceram nos anteriores e não aparecem nele.

Vamos combinar, a história é infantil, pura fantasia, meio nada haver, mas não deixa te ser interessante aos olhos atentos e adultos que o vê. Vale à pena assistir, nem que seja pelo cenário que dessa vez toma novos horizontes, pelos efeitos especiais, que vão do mais simples, como movimento de câmera acompanha o personagem, até projeções de computadores a ponto de deixar mais que visível as veias que correm nos personagens criados por programas. Quem sabe até vale a pena assistir pela trilha sonora que para alguns pode até ser fraca, mas marca os pontos mais significantes das cenas… e na minha opinião está ótima. Ah sem contar que não se pode perder a atuação da Emma Watson que a cada filme que passa fica mais intensa e real, e a evolução do Daniel Radcliffe e do Rupert Grint, como atores merecem seu destaque, as crianças cresceram e junto estão virando ótimos atores… Uma salva de palmas a eles.

Uma dica não espere ver as relíquias da morte nesse filme, como sempre o melhor sempre fica para o final, e esse final vai ser imperdível…. Mas assista para ver como elas irão aparecer…

Um pequeno trailer para animar….

“Shrek para sempre”

Quem diria que um conto de fadas, fora dos padrões fosse fazer tanto sucesso quanto Shrek. O ogro, que come olhos, larvas, toma banho de lama e arrota conquistou o mundo com seu coração apaixonado pela Fiona, que ao conhecer o amo se tornou uma ogra, assumiu sua verdadeira forma, ficou igual ao Shrek. Eles simplesmente formam o casal mais fofo, feliz e real que já existiu no mundo dos contos de fada. O monstro verde da floresta, não precisou de olhos azuis, nem ser educado para entrar nas telas do cinema e encantar a todos.

 Shrek para sempre, em minha opinião foi é o melhor filme dos quatro já lançados, o ogro está mais real, com formas mais vivas, dentes, movimentos, pele perfeita. A história é recheada de aventuras. È muito divertido e gostoso de assistir deixa a sensação de “quero mais” e de “o outro lado da historia que todos queriam ver… Acho que essa a vontade do publico do Shrek, que ele não acabe. Dentre outras partes hilárias, o gato de botas obeso é uma das cenas inesquecíveis que te faz rir ate depois do filme ter acabo. Foi uma ótima idéia dos roteiristas.

 Cenário lindo e diversificado, mais personagens e quase reais, produção impecável, roteiro muito bem elabora e detalhadamente bem reproduzido. Como sempre audaciosos a equipe de produção deixou mais uma vez registrado a competência para se produzir um filme, mas faltou algo… a voz do Bussunda.  A voz utilizada para o personagem do Shrek não combinou com o ele, talvez claro por estarmos acostumado com a voz anterior, ficou a sensação de que o personagem foi  descaracterizado. Bom esse é só um detalhe, mas não é motivo para deixar de assistir ao filme. Um viva a Nimród Antal, ele merce pela belo trabalho em Skrek.

Eu quero Shrek para sempre… E recomendo a todos, crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos….